O fazer e o estar em terapia dialógica colaborativa

Bruno Lenzi

Resumo


Este artigo traz as transformações
experimentadas ao longo de um processo terapêutico
com um jovem de 20 anos. Desde o
começo da terapia nossa relação se caracterizou
como colaborativa. Ao longo de dois anos de
atendimentos pudemos experimentar o diálogo,
o conhecimento e a criatividade em nosso engajamento
mútuo na situação vivida pelo cliente.
Desenvolvemos juntos uma terapia feita sob medida às suas necessidades, que visava suas potencialidades rumo às transformações desejadas
por ele e seus próximos. Compartilho também as
transformações vividas por mim e que me acompanham em todas as relações em que me engajo.

Palavras-chave


construcionismo social, terapia colaborativa, diálogo, processos mutualmente transformadores

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